A solenidade de posse do Conselho de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (CONSPERJ), que aconteceu nesta terça-feira (17/10/2017), às 14h, na Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, foi marcada pela presença de entidades da área de segurança pública, movimentos e redes sociais e representantes da sociedade civil. Todas as entidades demonstraram que o biênio 2017-2019 será marcado por propostas que privilegiam o espírito de tolerância e integração.

Com essa visão, o SINDPOL-RJ foi eleito como membro efetivo do CONSPERJ, representando os trabalhadores da segurança pública: “Esse é um fórum para discutir estratégias e políticas públicas de segurança. Vamos trazer a realidade dos trabalhadores da área de segurança pública e da sociedade civil, para que possamos contruir uma política pública participativa.”, aborda a Subsecretária de Valorização e Prevenção da SESEG, Helena Resende, que é Delegada Federal.

Durante a posse, estiveram presentes os novos conselheiros, o presidente do SINDPOL-RJ, Marcio Garcia (titular) e a diretora de assistência social, Alessandra Korenchendler (suplente). A COLPOL-RJ estava presente através do secretário geral, Wilson Gonçalves, que foi representando o presidente, Fábio Neira, homenageado pelo CONSPERJ pelos dois mandatos sucessivos no conselho. O advogado e assessor do SINDPOL-RJ, Dr. Carlos Paiva, também esteve presente.

Durante a cerimônia, o presidente do SINDPOL-RJ, Marcio Garcia, falou sobre a importância da participação da entidade no CONSPERJ: “Queremos contribuir com uma visão de quem está na ponta da segurança pública, que são os Policiais Civis nas delegacias, mostrar as suas dificuldades de trabalho e os problemas enfrentados no dia a dia pela categoria”, ressaltou o presidente durante o discurso de posse.
O presidente da COLPOL-RJ, Fábio Neira, fala da importância de mais um passo na participação das entidades, no que tange ao debate sobre a segurança pública. “Estar no CONSPERJ é importante, pois podemos discutir as políticas de segurança pública com os demais setores da sociedade. Quero reiterar a posição do presidente do SINDPOL, devemos dar voz aos policiais civis da “ponta” e mostrar as dificuldades de se fazer a segurança pública com inteligência e agilidade no Estado do Rio de Janeiro. Temos que discutir isso”, explica Fábio Neira.

O evento estava lotado e, de forma bastante democrática, pode receber um amplo recorte da sociedade, como a Associação Mãe de Polícia (AMAPOL), Observatório das Favelas, SIND-DEGASE, Viva Rio, laboratório de análise da violência da UERJ, entre outras.